-> Continuação post anterior <-
4 Prefira sempre os corredores periféricos do supermercado
“Se você dedica seu tempo às prateleiras periféricas, está priorizando uma alimentação mais saudável”, afirma a nutricionista Neide Rigo, autora do blog come-se.blogspot.com. Ela ensina uma regrinha básica para o seu “momento supermercado”: priorizar os alimentos em que você enxerga “a cara”. É melhor levar carnes congeladas, que você vê o que é, do que comprar uma carne processada (empanados e embutidos, por exemplo), que é uma massaroca com outros ingredientes em sua composição. “Tais produtos servem para emergências, mas não devem fazer parte do dia-a-dia”.
Mas como na própria matéria diz, essa atitude requer tempo garantido. Pois levar produtos que não são embutidos ou congelados necessitam de preparação e tempo gasto na cozinha. Nada impossível, porém organização e dedicação são necessários. Eu penso que a melhor forma de lidar com isso é usar uma parte da noite na cozinha para deixar metade do caminho já pronto para o dia seguinte e inserir essa atividade como parte integrante da rotina.
5 Evite produtos que aleguem vantagens sensacionalistas para sua saúde
“De fato, é um movimento bastante positivo, mas você precisa prestar atenção no rótulo. Observe se o produto tem quantidades controladas de açúcar, sal e calorias – porque de nada adianta uma bolacha ter muito açúcar ou gordura, por exemplo, e ser enriquecido com alguma vitamina”, diz Cynthia. Então, o que fazer? Primeiro, suspeite. Depois, olhe a composição do produto e avalie se ele vai para o carrinho. O recado é o seguinte: você nem precisa comer alimentos enriquecidos artificialmente se tem uma alimentação naturalmente mais equilibrada, variada e rica.
E eu digo mais: não acredite em tudo que está escrito na embalagem. Por mais terrível e pessimista que possa parecer, é uma realidade. As indústrias têm por objetivo principal VENDER E VENDER MAIS. Portanto não fique com pena, desconfie e não se iluda achando que o produto bonitinho, cheio de substâncias inclusas vai fazer milagre por você.
6 Pague mais, coma menos (e com muito mais prazer)
Na gôndola, uma placa chama a atenção para o preço convidativo de um produto. O precinho é tão camarada que você não resiste e acaba levando logo uns três. Os nutricionistas alertam que uma dieta baseada mais na quantidade do que na qualidade conseguiu produzir pessoas que conseguem ser superalimentadas e subnutridas ao mesmo tempo. É o resultado de uma alimentação rica em calorias e pobre em nutrientes. Para escapar dessa enrascada, a receita é esta: preste atenção na qualidade do alimento e maneire no tamanho do prato.
Acho que não preciso nem comentar esse item. É incrível como as pessoas se iludem com produtos prontos. Não é a toa que estamos comendo mais, porém pior. E não é a toa que também com tanta qualidade d evida ruim, falta de exercício, contato com a natureza e estress, que nossos organizmos não fazem mais o papel deles de forma correta. Ou seja, podemos até ter salada e frutas em nossos pratos, mas a absorção de nutrientes muitas vezes está falha. O que no final, não adianta nada, pois nesse caso não é o que você come e sim como vive.
7 Coma como os franceses. Ou os italianos. Ou os japoneses
Quando a alimentação segue uma tradição cultural, tende a ser naturalmente mais saudável. Isso porque foi elaborada levando em conta os produtos locais, mais frescos. Já a alimentação ocidental industrializada perde em todos esses quesitos. O que predomina é a comida barata, rápida e fácil de ser feita. E já vimos que para comer bem é importante investir mais tempo, esforço e recursos. “Se a dieta ocidental se preocupa com a praticidade e o shelf life, o tempo de vida do alimento, para ele durar mais na despensa, eu estou mais preocupada com o meu tempo de vida”, diz Cenia Salles, líder do Movimento Slow Food de São Paulo. Uma alimentação, esta sim, longa vida.
Bom, acho que não preciso dizer muita coisa. Em matéria de nutrição não há nada mehor do que sentir o cheirinho de tempero fresco ou observar os pratos elaborados, diferentes e coloridos de uma cozinha tailandesa, árabe ou japonesa. Curiosidade e diversificação conta muito na mesa também. Não serve somente pra nos alimentar, mas também ajuda a conhecer melhor culturas e costumes de outras civilizações.
Espero que tenham gostado e caso tenham mais dicas, por favor nos escrevam. Para ler a matéria completa entrem no link http://vidasimples.abril.com.br/edicoes/076/grandes_temas/conteudo_415765.shtml .
Grande abraço e ótima semana, Nina
Arquivado em: Reflexões, Varejo, marketing | Etiquetado: comida caseira, comida japodensa, cozinhar, fast food, produtos enlatados, produtos orgânicos, supermercados, vida saudável